A Imagem da Mulher - Um estudo de Arte Brasileira
por Cristina Escobar e Ingrid Lemos

Mulher, arte e ciência, o que elas têm em comum? A pesquisa da socióloga Cristina Costa resultou em um livro lançado em 2002: A imagem da mulher: um estudo de arte brasileira, que traz um panorama da arte brasileira que analisa a mulher e sua posição na sociedade.
Entre as décadas de 70 e 80, quando predominavam os estudos de gênero na área de ciências humanas, muitos pesquisadores procuraram desvendar o universo feminino. De acordo com Cristina Costa, esse universo estava oculto, porque predominava a visão masculina, devido ao fato de existirem poucas mulheres pesquisadoras na área da sociologia.
Diante de um momento histórico de liberação feminina, ela decidiu abordar essa temática. A sua afinidade com a arte lhe permitiu perceber que a mulher era tema central em quadros, esculturas, gravuras e poemas. A pesquisadora utilizou 600 obras de arte dos museus de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, e 800 obras de Minas Gerais. As regiões foram escolhidas de acordo com a sua importância e facilidade de deslocamento.
Antes de analisar as obras, elas foram fotografadas, catalogadas e agrupadas de acordo com os elementos que as distinguiam: gênero, época de produção e temática. Depois, foram escolhidos os movimentos artísticos que dariam suporte às análises das obras, tais como modernismo, realismo, romantismo e também a forma de tratamento que seria dada à figura feminina.
A autora retratou uma visão da mulher diferente da encontrada na pesquisa tradicional, já que, utilizou fontes iconográficas, ou seja, imagens tais como pinturas, gravuras, iluminuras, além de alguns objetos de arte e esculturas.
Ao utilizar essas fontes para a sua pesquisa, enfrentou descrédito por parte de alguns pesquisadores, que achavam que não era possível fazer uma leitura científica da obra de arte. Quanto a isso a socióloga afirma que esse tipo de análise é possível, legítima e fecunda. A falta de tradição científica na leitura de imagens e a pouca valorização da arte brasileira foram outros problemas constatados por ela.
Estudou também a obra de mulheres artistas que surgiram no início do Movimento Modernista no Brasil, tais como Tarsila do Amaral e Beatriz Pompeo. Segundo a socióloga, a mulher artista é uma personagem recente e ainda tem uma expressão tímida na sociedade. "Devemos salientar que com o surgimento da pintura modernista, as mulheres inauguram a sua participação na arte brasileira. Encontramos não só retratos, mas um grande número de auto-retratos que acrescentam importantes aspectos ao estudo da imagem feminina. Os retratos dessa época não serviam apenas ao culto doméstico; transformados em obras de arte, eram produzidos para salões e concursos, as mulheres passaram a produzir sua auto-imagem".
A socióloga trabalhou com as questões de gênero, na qual ela mesma estava inserida. Ao ser indagada sobre as dificuldades de seu percurso ela responde que foram muitas. "Falta de verbas, de apoio institucional, de interesse. O fato de que minha pesquisa terminou em 1990 e foi publicada em 2002 dá a medida exata das dificuldades pelas quais passo e passei. O fato de ser mulher também dificulta muito em muitos aspectos - na concorrência com os homens, nos salários, nos espaços decisórios, no machismo reinante da nossa cultura, especialmente nas instituições públicas".
A principal conclusão citada por Costa foi "a descoberta de que a mulher foi importantíssima no Brasil agrário. Ela era chefe do grupo e partilhava com o homem o poder patriarcal. A semelhança de seus retratos - do casal - aponta para isso".
Na tese sobre os diferentes tipos femininos mais presentes no Brasil, Costa compara seus resultados com os de uma pesquisa realizada na State University of New York. A pesquisadora Ann Kaplan, interessada em saber como a cultura americana trata o tema da maternidade, pesquisou a questão analisando a produção cinematográfica dos Estados Unidos a partir do século XIX.
Ela identificou três tipos femininos fortes nos filmes estudados. O "cúmplice", onde a mulher que vive a época da revolução industrial renuncia a tudo em prol da família. O segundo tipo, a mulher "resistente" surge no século XX entre as duas guerras, e mostra a emancipação do feminismo, a integração da mulher no mercado de trabalho e a sua luta pela sobrevivência das famílias. O último identificado é a mulher "pós-moderna" que depois de conquistar espaço social, econômico, político e a liberdade, enfrenta outras questões: aids, homossexualismo e formas não convencionais de reprodução. A pesquisa de Ann Kaplan tem certas semelhanças com os tipos descobertos por Costa. Como por exemplo, a mulher "cúmplice" descrita por Kaplan pode encaixar-se nos retratos realistas de mulheres do século XIX, que eram mulheres fortes e resignadas e também viviam no meio rural. Porém, existem distinções. O Brasil era agrário, quase feudal, enquanto os Estados Unidos já eram um país industrializado e urbanizado. Outra semelhança foi entre a mulher representada nos retratos românticos modernistas e o tipo "resistente", mas nesse caso, a mulher americana já enfrentava a disputa com os homens no mercado de trabalho.
A relação entre as duas pesquisas mostrou à socióloga um importante fato: a arte clássica ou erudita e a cultura de massa não podem ser separadas para desenvolver uma pesquisa atual.
Outra conclusão da socióloga foi que, no passado, a arte podia ser estudada baseada em movimentos - os ismos - romantismo, impressionismo, expressionismo, cubismo. A arte moderna não pode ser analisada dessa forma, visto que ela está inserida em uma sociedade onde a estética, mesmo que baseada nesses movimentos, não é composta somente por eles, é permeada por diversas mídias, tais como televisão, cinema, internet, entre outras. Daí surge um novo contexto de produção e reprodução de imagens que passa a povoar o imaginário da sociedade.
Em seu livro, Costa explica esse pensamento, comentando "os ismos" artísticos: "os gêneros não representam apenas criações artísticas, mas necessidades psicológicas e sociais satisfeitas por meios estéticos". A pesquisadora ressalta ainda que o processo de construção da imagem tornou-se contínuo e dinâmico e acompanha as novas tecnologias, fazendo com que a imagem passe por diferentes formatos e suportes.
Diante dessas conclusões acerca da representação da mulher na arte, a pesquisadora percebeu que para compreender o universo feminino será necessário também analisar as imagens tratadas e veiculadas pela mídia em geral, além da arte, essas imagens permeiam o cotidiano da sociedade contemporânea.
Ilustração: Aspásia, a beleza que encantou Atenas.
Postado por Osvaldo Tancredo 
http://www.meupalco.com.br/2010/04/resenha-imagem-da-mulher-um-estudo-de.html

Cantora baiana Josy Santos é destaque na música erudita


Nascida em Araras, distrito de Campo Formoso, no interior da Bahia, a cantora mezzosoprano é considerada a grande promessa da Ópera, e hoje vive na Alemanha, onde faz mestrado em música

Josy Santos deixou a cidade natal com a família ainda criança para viver em Caraguatatuba, em São Paulo. Na bagagem, levou o talento musical que já era percebido em brincadeiras com os irmãos, e confirmado mais tarde quando ingressou no projeto musical Guri. Em 2012, conquistou uma bolsa do Mozarteum Brasileiro, que a levou para estudar música clássica em Frankfurt, na Alemanha. Hoje aos 25 anos, a mezzosoprano é reconhecida como uma das grandes promessas da música erudita. Acabou de participar pela primeira vez do 'Festival Música em Trancoso', onde fez apresentações memoráveis e foi aplaudida de pé. 
Quem a vê no palco cantando ópera se impressiona com seu trabalho técnico e sua capacidade vocal, mas é longe dos holofotes que a cantora revela sua simplicidade e entusiasmo pela vida. Adora cores vibrantes nas roupas, mantem os cabelos cacheados, tem uma gargalhada fácil e nenhum sinal de deslumbramento pela fama. Como uma menina sapeca, é capaz de vibrar de alegria ao ver sua foto publicada em uma revista. E quando o assunto é música, está sempre pronta para uma longa conversa, como aconteceu na entrevista a seguir, concedida no palco superior do teatro do MeT, construído especialmente para o festival e inaugurado no dia 15 de março com Josy cantando o Hino Nacional.
Como foi sua saída do Brasil e o processo de conquistar espaço na Alemanha como uma cantora erudita? O primeiro baque que você tem quando sai do seu país é notar que você não está no seu país. Você tem de se adaptar a outros costumes, outra língua, outra mentalidade... Buscar seu espaço dentro disso não é fácil, mas a partir do momento que a gente sabe quem a gente é, de onde a gente vem e não se envergonha disso, fica tudo mais fácil. Você simplesmente toma seu espaço, porque não tem de fingir ser uma coisa ou tentar se adaptar ao que que eles imaginam ser o ideal. Eu tenho muito orgulho de onde eu vim e de ser brasileira.

Como é a sua rotina hoje na Alemanha? Atualmente tem sido tempo integral dedicado à música, porque estou fazendo mestrado e tenho uma bolsa de estudos que me oportuniza só estudar. A rotina é acordar, ir para escola e ficar lá até umas dez horas da noite. Uma rotina de estudos, é estudar três horas de técnica e de repertório por dia, mais pesquisa de repertório, tradução e estudo de línguas (alemão e francês, que eu ainda quero aprender). 

A música escolheu Josy ou Josy escolheu a música? Acho que foi a música que me escolheu, porque eu não tenho nenhum antecedente na minha família. Não conheço ninguém que tenha sido músico na minha família, então, sempre foi uma coisa muito natural. Eu brincava de cantar e, de repente, surgiu uma vontade. Então acho que foi a música que me escolheu e eu tive a vantagem de ter um dom.

O que mudou em sua vida quando você foi descoberta em 2012 e recebeu a bolsa do Mozarteum Brasileiro? Como era a Josy antes e como é hoje?
Acho que ficou mais palpável o fato de eu acreditar que posso ter uma carreira. Apesar de considerar de onde eu vim, a minha formação musical não foi acadêmica. Eu não aprendi a tocar nenhum instrumento. Fui construindo, pelas veredas da vida, a minha formação musical. Então, depois de 2012, quando recebi a notícia de que eu conseguiria participar de um concerto em São Paulo, no Teatro Alpha, depois de ter ido para a Alemanha e de ter participado desse festival, foi como se eu tivesse ouvido "Sim, você pode. Você vai conseguir fazer uma carreira em uma linha reta, se não parar de estudar". E o antes e do depois, eu não sei se mudou muita coisa, mas tenho essa certeza de que é possivel.

Como tinha sido sua trajetória musical até então? Comecei por brincadeira com meu irmão mais velho, ele me colocava para cantar e eu cantava. Quando tinha meus 12 anos, tinha um corinho na igreja eu ia lá e cantava. Aí um professor me chamou para o projeto Guri (em Caraguatatuba, litoral de São Paulo) e eu fui e cantei no coro. Deixei a Bahia quando tinha 5 anos, eu nasci em Araras, um distrito de Campo Formoso. Tive toda a minha infância em Caraguatatuba. Sai da Bahia, mas a Bahia nunca saiu de mim (ahhh eu não deixo... na comida, no jeito de vestir e no meu cabelo...). Depois disso, aos 14 anos, fui para um coro do municipio de Caraguatatuba, e ai então decidi fazer faculdade e seguir carreira de musicista. Através disso encontrei a minha madrinha Maria Luiza França, que me direcionou para São Paulo, onde nós encontramos a minha professora de canto, que chama-se Márcia Regina Soldi, minha professora de canto até hoje, apesar de eu estar fora do pais. Nessas encruzilhadas da vida, fui morar com a minha professora em São Paulo. Morei com ela até o ano passado e a minha família continua em Caraguatatuba. Em São Paulo, fiz a faculdade e depois comecei a idealizar o projeto de estudar fora do país. Em 2012, aconteceu de eu consegui a bolsa do Mozarteaum Brasileiro, ir para Alemanha e ter noção do que é a música fora do país. Isso me abriu muito a cabeça. A gente tem a ideia de pedir desculpas. O brasileiro pede desculpas sempre, "posso entrar?", "posso cantar um pouquinho ali?". Quando fui para fora, descobri que talvez eu não precisava pedir desculpas, porque o que eu tinha era mais do que eles tinham. A gente aprende na marra, na garra; eles não sabem o que é isso. O brasileiro tem um talento natural e uma das melhores vozes do mundo. Então, a gente não precisa pedir desculpas. A gente só está aprendendo ainda o que é; mas o brasileiro tem muito a oferecer ao mundo.

Talvez eles tenham um afinco maior na técnica. Sim! Exatamemte isso, eles têm essa coisa acadêmica e a gente não tem, mas a gente tem muito mais experiência, é muito mais natural e encanta muito mais.

A maneira como se fala o português, você acha que ajuda? O modo melódico de falar é uma vantagem? Sim. Acho que sim, não posso dizer com certeza, mas quando a gente fala já é cantado! A gente tem talento desde a hora que nasce, só faltam o investimento e a estrutura musical. Mas quando vai para fora e sobe no palco, faz muita diferença.

Você pretende ficar na Alemanha ou após concluir a formação vai voltar para o Brasil? Eu não pretendo ficar lá fora para sempre. O que eu pretendo é aprender o máximo que puder lá, quero muito dividir isso com o brasileiro, com as crianças. Quero aprender o máximo, voltar para cá e ensinar. Agora se eu vou ficar para sempre aqui ou lá fora, eu não sei, mas quero essa ponte Brasil-Europa para que, aos poucos, o brasileiro comece a abrir os olhos e entender que não são só aquelas coisas que a gente ouve todo dia, que tem um leque muito maior de opções de música, de conhecimento e que só falta alguém para ensinar e dividir.

Tem algum lugar, algum palco, que você sonha muito em cantar? Não tem um especifico, tem todos do mundo. Só... (risos). Eu gostaria de estar nos teatros principais da música clássica. Para começar, o Teatro Municipal de São Paulo, teatros como Scala, Metropolitan... O que eu quero é cantar, seja onde for.

Quando não está estudando e ensaiando, o que costuma ouvir?
Eu ouço muita música clássica, particularmente ópera, porque quando eu não estou estudando, estou pesquisando repertório. Eu gosto muito da música brasileira, da música argentina; gosto de tango, de salsa, da música latina em geral. Também gosto de ler, de pesquisar, dessas coisas meio nerd.

Existe alguma programação especial este ano para apresentações?
Como estou fazendo mestrado, em Frankfurt (Escola Superior de Música e Teatro de Frankfurt), vou ficar mais na escola e não tenho projetos fora do acadêmico.

Como é ser considerada uma promessa da música clássica?
Eu não esperava. É um campo que eu não conheço, mas não me assusta, não. O que eu penso é o seguinte: vou continuar fazendo o que eu faço. Este fato não vai mudar a minha atitude, o meu jeito de falar, de andar e de me vestir. Que bom que estão gostando. Legal.

Você é mulher, brasileira e negra e está em um lugar que é muito difícil de chegar, que é a música clássica na Europa, como lida com isso? 
Eu nunca pensei em desistir. Sou mulher, sou brasileira e isso me ajudou, porque eu tenho um exemplo muito forte dentro de casa, que é a minha mãe, que enfrentou a seca com quatro filhos, foi para Caraguatatuba, um lugar completamente desconhecido e nunca desistiu. Ela sempre foi o meu exemplo. E eu pensava: se a minha mãe passou por coisas muito piores, por que eu não vou conseguir? Então, eu sempre tive um pensamento: "vou em frente". Todas as minhas características eu busquei ter comigo e isso é o que faz eu ser Josevany, ter um nome, uma origem. Nunca desisti e o fato de ser uma mulher, negra, minoria... só me dá mais força de continuar. Não é fácil, não. Você passa por alguns preconceitos, vão falar que seu potencial é mais ou menos, mas isso não me abala, porque eu sei quem eu sou, de onde eu vim e isso não muda.

E o que você encontrou de melhor lá fora? Me deixou mais realizada poder colocar a minha arte sobre uma forma acadêmica e poder estudar. Isso me deixou tão feliz... Porque aqui a gente sofre tanto. Aqui você acorda, enfrenta duas horas de trânsito, chega até o seu trabalho e recebe pouco. Daí você vai almoçar e paga quase o que recebe para comer, volta para casa com mais duas horas de trânsito e quando para para estudar já está cansado e acabou o dia. O que me deixa mais feliz fora é ter tranquilidade. Eles têm um outro ritmo de vida e valorizam o descanso, são bem remunerados. A estrutura dos países europeus me deixou encantada, saber que todo mundo tem direito, tem voz ativa e que você não é minoria, é mais uma voz. Depois, poder colocar a minha música e a minha arte em cima disso, sem ser rejeitada. Eles são dificeis, mas na hora da arte todo mundo é igual. Isso me deixa encantada.

Hoje vivemos no mundo do efêmero, desde os bens como um celular até a cultura, e você trabalha com músicas que têm uma vida longa e uma história. Como lidar com essa diferença? O efêmero é ensinado. Te ensinam que um celular é descartável, assim como qualquer pessoa. O contrário também pode ser ensinado. Eu aprendi que não preciso ser efêmera. Eu posso construir alguma coisa ou valorizar meu celular, que é velhinho mas funciona ainda. É tudo uma questão de interesse. Eu posso cantar uma música de Villa-Lobos em português quando todo mundo esperava que eu cantasse Carmem Miranda, que todo mundo conhece, mas eu quero mostrar que o conteúdo é importante, assim como conhecer uma música brasileira, cantada por músicos eruditos, que é uma obra de arte.
Márcia Luz


A VIDA É UM SOPRO…
A morte do ator Domingos Montagner me fez refletir sobre a nossa vivencia aqui na terra e enquanto refletia, surgiu em meu pensamento a frase: “A vida é um sopro”. Resolvi fazer dela o título desse texto, revirei meu baú e não encontrei outro que explicasse aquilo que é a vida para mim.
Concluí então que a vida é um baile no qual dançamos dias e noites sem saber quando as luzes serão enfim acesas, seguimos ao som das músicas, ritmos desenfreados, fadigados. Baile, onde dançamos para todos os lados a fim de chegarmos ao topo do palco.
Passamos os dias mergulhados em trabalhos, imersos em futilidades diárias. Não entendam que o trabalho seja fútil, no momento falo de coisas banais, de nos preocuparmos com a grama do vizinho ao invés de nos doarmos aos nossos familiares e amores, aqueles que ao longo do tempo tatuamos em nossa alma. 

Não temos muito tempo aqui na terra, o tempo que nos foi dado é apenas para que possamos desenvolver o amor. Cada dia que passa aumenta a minha convicção de que as pessoas que já foram para os braços do Pai é porque de alguma forma aprenderam a amar verdadeiramente.
Toda essa história me fez pensar e então me fiz uma pergunta e gostaria de fazer a vocês também:
Como é que está a bagagem da sua vida?
O sopro pode passar a qualquer momento e deveremos estar com as malas na mais perfeita ordem, porque quando chegarmos ao paraíso, Deus irá nos perguntar: amas-te?
Enfim, que possamos permitir que as pessoas que cruzam nossos caminhos nos edifiquem, que cada ser humano chegue para iluminar a janela da nossa alma com o seu amor e transparência divina.
Daqui nada levaremos a não ser aqueles que contribuíram para nossa jornada e nos fizeram transbordar de felicidade. A vida é uma eterna dança das cadeiras, estamos dançando, mas não sabemos em qual momento o Criador irá retira-las da roda e coloca-las ao lado d’Ele.

Caroline Movio 16 de setembro de 2016

https://osegredo.com.br/2016/09/vida-e-um-sopro/
QUER SABER SE CONHECE ALGUÉM DESDE VIDAS PASSADAS? PRESTE ATENÇÃO NESSES 5 SINAIS!
Luiza Fletcher • 19 de agosto de 2016

Há certos momentos em nossas vidas, em que encontramos pessoas pela primeira vez e temos uma ligação muito forte com elas, como se fossem um amigo de longa data do qual nos perdemos.
Este tipo de ligação existe apenas com pessoas que você conheceu em uma vida anterior, o que explica a sintonia entre vocês.
É importante reconhecer quando você encontra alguém que compartilha o mesmo tipo de energia que você. Aqui estão cinco indicações de que você já pode ter conhecido uma pessoa em vidas passadas.

1.Você perde a noção do tempo com ela
Uma das indicações mais óbvias é que você perde toda a concepção de tempo, e os dias de repente se tornam um borrão sempre que você está com essa pessoa.
Cada conversa e tudo o que vocês fazem juntos desperta a vontade de fugirem do mundo. É fácil ficar perto deles, e é mais do que fácil também se abrir completamente.


2.Você conhece a outra pessoa como a palma da sua mão
Outra indicação muito importante de que você já conheceu essa pessoa em outra vida, é que você a conhece muito bem. Há movimentos sutis que você entende muito bem, assim como pequenos gestos que pensou que nunca veria.
É fácil para você dizer quando esta pessoa não está se sentindo bem. Você também sente que pode ler sua mente, ou que sabe exatamente o que ela quer naquele exato momento no tempo.


3.Vocês se alinham
Uma das maiores indicações é quando você conhece alguém e de repente vocês apenas se alinham automaticamente, como se estivessem longe por alguma razão, é só agora se sentem completos.

Isso não acontece sempre, mas quando acontece, é uma experiência muito mágica.

https://osegredo.com.br/2016/08/quer-saber-se-conhece-alguem-desde-vidas-passadas-se-atente-esses-5-sinais/
Você já teve a estranha sensação de que não pertence a esse planeta? Calma...Você não está só!
Você já teve a sensação de que você não faz parte da Terra? Você não se sente identificado com nada nem ninguém neste planeta? Você já pensou que suas verdadeiras origens possam estar em algum lugar fora do nosso sistema solar? Portanto, se esse for o seu caso, não se preocupe, você não está louco. Milhares de pessoas no mundo têm o mesmo sentimento, de que não têm ligação com este planeta.

Alguns pesquisadores sugerem que essas pessoas possam ser espíritos que se manifestam como seres humanos, que vieram de outros planetas ou dimensões superiores. Neste sentido enigmático inclui a confusão sobre as regras de comportamento neste planeta, se sentir "diferente" para os outros, ou estar preso em uma ilusão. Essas pessoas ou espíritos podem ter a necessidade de escapar dessa realidade , mas "algo" os mantém na Terra. Embora o pior de tudo é que desde de que nascem eles têm essas sensações misteriosas, que os tornam discriminados pela sociedade politicamente correta.

De outros mundos Especialistas na área dizem que os espíritos que encarnam na Terra a partir de outras civilizações planetárias avançadas são mais desenvolvidos espiritualmente. Sendo almas mais velhas, mais equilibradas e em harmonia, eles são a loucura desta ilusão terrena pouco estressante e confusa. Eles se sentem como se a Terra não seja o seu verdadeiro lar. A realidade é que sua casa poderia ser um mundo altamente civilizado, com uma população operando em unidade e harmonia, comportamentos sociais e equilíbrio sócio - econômico.
Espiritualmente, essas pessoas, inconscientemente, sabem a importância das altas energias vibracionais como amor e luz, e são parte de uma única criação infinita, mas, infelizmente, também estão sujeitas ao esquecimento quando elas nascem. Além disso, este esquecimento "voluntário" é necessário se não, de forma alguma poderiam viver nessa realidade. Aqueles que sentem como a se Terra não fosse seu verdadeiro lar podem ter um grande interesse em tecnologia e o tema paranormal, eles são simpáticos e ansiosos para ajudar os outros, e sem esquecer que são espiritualmente despertos, alguns recursos de sua raça alienígena.

Como se sentem? Como mencionado anteriormente, desde a infância, essas pessoas são mal compreendidas e têm dificuldade para localizar outras  pessoas como elas. No entanto essa ilusão terrena continua a alterar seus sentimentos. A confusão pode surgir porque o seu subconsciente ou o espírito se lembra "a sua vida anterior" e infelizmente ela tem que viver com a desigualdade, as crises financeiras, problemas sociais, guerras, e uma comunidade global que carece de unidade.
Isso não impede que sintam a necessidade de ajudar os outros, porque vieram ao nosso planeta com este objectivo. Às vezes, o isolamento pode impedir que seus objetivos sejam atingidos, precisam de amor, orientação e apoio de outras pessoas para voltar ao caminho positivo.

Como é possível? Na comunidade espiritual acredita-se que a Terra está mudando a vibração planetária da terceira para a quarta dimensão. Muitas almas que estão encarnando aqui são de outras esferas planetárias e dimensões mais elevadas, que são muito mais avançadas que a nossa. Estas pessoas estão aqui para a transição e é uma grande oportunidade de aprendizado e experiência. O objetivo geral é para completar uma outra vida de descobertas para o benefício da consciência universal e da criação. Por sua vez, estas almas avançadas elevam a vibração do planeta para que ele possa fazer com sucesso a transição da terceira para a quarta dimensão.
Embora a frequência da energia da Terra esteja aumentando, a maioria dos espíritos que incorporam aqui têm uma vibração mais baixa, representados pela ganância, fome de poder e manipulação, por conta da grande maioria de espíritos que estão encarnando aqui serem de outros planetas como o nosso.

O que fazer se você tem esse sentimento? O que você deve fazer se você sentir que a Terra não é a sua casa? A verdade é que não existe nenhum manual para essas pessoas, a sociedade também tenta a mover-los ou ignorá-los . Mas aqueles que sofrem desta sensação, recomendo o uso da intuição e ter bons sentimentos para elevar a sua vibração irradiando luz e amor. 
Mas lembre-se que nem todos os casos são iguais, e, cada pessoa com esse sentimento pode ter objetivos muito diferentes. É também aqueles com a capacidade incomum para obter tudo o que é proposto e, assim, também ajudar a outros. Embora o poder real resida na unidade e, quando estes seres se unem seu poder é ilimitado.
Você é uma pessoa que sente que a Terra não é a sua casa? Você se sente como um estrangeiro na terra? Partilhe a sua experiência, estamos confiantes de que os outros vão ajudar.


Cientistas deixam céticos irritados: ''A vida é eterna, reencarnação é um fato e existem outros mundos no universo''

Desde que o mundo é mundo discutimos e tentamos descobrir o que existe além da morte. Desta vez a ciência quântica explica e comprova que existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano.

Um livro intitulado “O biocentrismo: Como a vida e a consciência são as chaves para entender a natureza do Universo” “causou” na Internet, porque continha uma noção de que a vida não acaba quando o corpo morre e que pode durar para sempre.

O autor desta publicação o cientista Dr. Robert Lanza, eleito o terceiro mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas de que isso é possível.

Além do tempo e do espaço Lanza é um especialista em medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company. No passado ficou conhecido por sua extensa pesquisa com células-tronco e também por várias experiências bem sucedidas sobre clonagem de espécies animais ameaçadas de extinção.

Mas não há muito tempo, o cientista se envolveu com física, mecânica quântica e astrofísica. Esta mistura explosiva deu à luz a nova teoria do biocentrismo que vem pregando desde então. O biocentrismo ensina que a vida e a consciência são fundamentais para o universo.

É a consciência que cria o universo material e não o contrário.

Lanza aponta para a estrutura do próprio universo e diz que as leis, forças e constantes variações do universo parecem ser afinadas para a vida, ou seja, a inteligência que existia antes importa muito. Ele também afirma que o espaço e o tempo não são objetos ou coisas mas sim ferramentas de nosso entendimento animal.

Lanza diz que carregamos o espaço e o tempo em torno de nós “como tartarugas”, o que significa que quando a casca sai, espaço e tempo ainda existem.

A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo. 

Eles acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera a consciência então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de tv a cabo recebe sinais de satélite então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. 

Ela é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior de si mesma. Em outras palavras é não-local, no mesmo sentido que os objetos quânticos são não-local.
Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente.

Em um universo o corpo pode estar morto e em outro continua a existir, absorvendo consciência que migraram para este universo. Isto significa que uma pessoa morta enquanto viaja através do mesmo túnel acaba não no inferno ou no céu, mas em um mundo semelhante a ele ou ela que foi habitado, mas desta vez vivo. E assim por diante, infinitamente, quase como um efeito cósmico vida após a morte.

Vários mundos

Não são apenas meros mortais que querem viver para sempre mas também alguns cientistas de renome têm a mesma opinião de Lanza.

São os físicos e astrofísicos que tendem a concordar com a existência de mundos paralelos e que sugerem a possibilidade de múltiplos universos.

Multiverso (multi-universo) é o conceito científico da teoria que eles defendem. Eles acreditam que não existem leis físicas que proibiriam a existência de mundos paralelos.

O primeiro a falar sobre isto foi o escritor de ficção científica HG Wells em 1895 com o livro “The Door in the Wall“. Após 62 anos essa ideia foi desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett em sua tese de pós-graduação na Universidade de Princeton. Basicamente postula que, em determinado momento o universo se divide em inúmeros casos semelhantes e no momento seguinte, esses universos “recém-nascidos” dividem-se de forma semelhante. Então em alguns desses mundos que podemos estar presentes, lendo este artigo em um universo e assistir TV em outro.

Na década de 1980 Andrei Linde cientista do Instituto de Física da Lebedev, desenvolveu a teoria de múltiplos universos. Agora como professor da Universidade de Stanford, Linde explicou: o espaço consiste em muitas esferas de insuflar que dão origem a esferas semelhantes, e aqueles, por sua vez, produzem esferas em números ainda maiores e assim por diante até o infinito. No universo eles são separados. Eles não estão cientes da existência do outro mas eles representam partes de um mesmo universo físico.

Postado por Aprimoramento Humano às 10:07 

O encontro de Almas Gémeas

Amores que vieram de outras vidas


"Quando os nossos olhos se cruzaram, eu senti que já o conhecia, apesar de nunca o ter visto antes. Era como se nos conhecêssemos desde há muito tempo, desde uma outra vida…" São muitos os relatos de pessoas que, ao viverem uma história de amor, sentem que aquela pessoa já as amou antes, num outro tempo, num outro local. Embora todas as histórias de amor tenham o seu quê de romance e seja fácil cair num devaneio literário, os especialistas em estudos Kármicos acreditam que é possível reencontrarmos na nossa vida presente amores que começaram séculos antes, noutras vidas."

"Por Alma Gémea" entende-se "a nossa outra metade". Esta designação remonta a Platão, o filósofo que postulou a hipótese de, num tempo original, sermos todos como esferas, com quatro braços, quatro pernas, dois rostos, dois troncos… e uma só alma. Ao acharem-se superiores por serem um todo tão harmonioso, os homens desafiaram os deuses, que prontamente os castigaram, dividindo-os ao meio. E reza a lenda que, desde então, todos nós vivemos à procura da pessoa que, no início dos tempos, era a outra metade de nós.
A mesma teoria é desenvolvida pela Cabala, defendendo que, quando a nossa alma foi criada, foi igualmente concebida outra alma, a nossa gémea, que nos polariza, assim equilibrando o universo cósmico. De uma só alma inicialmente criada originam-se dois corpos distintos, que chegam à Terra em tempos e locais diversos, consoante o seu estádio de evolução – porque a viagem de todas as almas visa a evolução espiritual, e porque os relacionamentos amorosos são uma parte fundamental desta evolução, proporcionando-nos algumas das lições mais importantes que temos de aprender.

Como reconhecer a minha Alma Gémea?
As borboletas no estômago, a emoção no peito, o rubor nas faces, a alegria inexplicável… são sintomas que todas as pessoas que já estiveram apaixonadas reconhecem facilmente. No entanto, o encontro com uma alma gémea é algo muito mais forte e muito mais intenso do que qualquer outro amor ou paixão vivida. Acima de tudo, o que caracteriza o encontro com uma alma gémea é a sua intensidade e, principalmente, a sua certeza. Quando encontramos a nossa alma gémea, sabemos. Não conseguimos explicar porquê, nem encontrar uma justificação lógica, mas sabemos que aquela pessoa faz parte de nós, que estamos intrinsecamente ligados a ela, e que a nossa vida nunca mais será a mesma depois de a encontrarmos.

Desengane-se quem pensa que o encontro com a Alma Gémea conduz a um "e viveram felizes para sempre". Na verdade, isso raramente acontece. Precisamente porque a Alma Gémea é aquela com quem temos mais a aprender, o encontro e relacionamento com ela apresenta-nos, muitas vezes, os maiores desafios que a nossa vida amorosa alguma vez nos apresentou.

É muito frequente que a nossa Alma Gémea encarne um tipo físico completamente antagónico àquele pelo qual somos geralmente atraídos, assumindo muitas das características psicológicas que se opõem a nós ou ao que sempre defendemos – porque a lição que a alma gémea nos traz para aprender é, justamente, a do amor puro e verdadeiro. Quando encontramos a nossa alma gémea, não conseguimos deixar de amar aquela pessoa, mesmo que ela vá contra muito do que nós sempre defendemos e desejámos para nós. Desse modo, a nossa essência aprende a amar, simplesmente, a outra alma, independentemente do invólucro físico onde esta encarnou e dos meios com que vive. Uma das principais características num encontro de almas gémeas é a facilidade de aceitação do outro. Os defeitos do outro deixam de ter importância, porque os aceitamos como parte dele e os amamos também, naturalmente, sem esforço.

As relações com a Alma Gémea apresentam, geralmente, um desafio a superar. É bastante comum que se encontrem em momentos chave das suas vidas, e que o seu encontro esteja associado a uma estranha coincidência. O episódio digno de um filme – "por qualquer razão inexplicável, acabei por estar naquele sítio àquela hora" – é uma das características que permite identificar um relacionamento com uma alma gémea, o qual surge quase sempre associado a uma aparente "ironia do Destino". É muito comum, também, que ao conhecerem-se e conversarem sobre os passados de um e outro, se encontrem estranhas coincidências em datas e lugares. Em vários pontos distintos da vida podem ter vivido nos mesmos lugares, sem antes se terem cruzado, ou até terem vivido lado a lado. Pode haver, também, uma estranha sintonia nas datas de aniversário de familiares ou de acontecimentos importantes nas suas vidas.

O encontro com a Alma Gémea traz consigo o maior desafio amoroso que podemos viver, e por essa razão é frequente que, quando ele acontece, uma ou ambas as almas estejam envolvidas noutros relacionamentos. Muitas vezes a família é, também, uma oposição a este enlace. E é precisamente nas vicissitudes que tem para vencer que este amor mostra a sua força. Quando não há entrave que seja maior que o amor que une dois seres nem obstáculo que os possa separar, quando esta força é sentida, como um íman, por ambas as partes, estamos provavelmente perante essa outra metade de nós.

Encontrar a Alma Gémea é como chegar a casa. É encontrar alguém com quem nos sentimos inexplicavelmente seguros, bem, completos. E sem sombra de dúvida.

Quando duas Almas Gémeas se encontram, é frequente que estejam em pontos diferentes do seu processo de evolução. Uma delas pode ainda não estar preparada para viver esse amor intenso e absoluto, havendo um adiamento da consumação do mesmo. Esta separação temporária não é dolorosa, pois existe da parte da outra alma, mais evoluída, a firme certeza que "vamos ficar juntos".

Outro dos traços que caracteriza o encontro de Almas Gémeas é a impossibilidade da separação. Estar afastado dessa pessoa dói, mais do que qualquer outra dor antes experimentada. Um ponto essencial a ter em conta é que entre Almas Gémeas tudo é sentido por ambas as partes. Muitas pessoas confundem uma obsessão amorosa com o encontro da Alma Gémea, na ânsia de que este aconteça. No entanto, quando apenas uma das pessoas sente esta intensidade, não podemos afirmar que se trate de Almas Gémeas. Embora muitas vezes um dos parceiros não ganhe consciência imediata da transcendentalidade desta relação, num encontro de Almas Gémeas ambos sentem a impossibilidade de se afastarem. Mesmo sem querer assumir aquilo que sentem, a verdade é que de forma inexplicável são irremediavelmente atraídos um para o outro.

Um dos aspetos que mais veementemente caracteriza o encontro com uma Alma Gémea é que nada voltará a ser como antes. Este encontro marca a vida de ambos de uma forma absoluta e irreversível, havendo um ponto de viragem na vida de ambos.

Por representarem um desafio e por todas as circunstâncias dramáticas que geralmente caracterizam este encontro, é frequente que haja conflitos entre Almas Gémeas. No entanto, quando se trata de Almas Gémeas, fazer as pazes é sempre mais  importante do que o conflito, e não há zanga que se sobreponha à necessidade de estarem juntas.

O encontro de Almas Gémeas acontece, geralmente, por uma estranha coincidência ou sincronicidade de acontecimentos, e apesar de não se conhecerem antes a familiaridade entre ambos é assombrosa. É como se não houvesse nada a esconder àquela pessoa, a sensação de conforto sobrepõe-se a tudo o resto, havendo um imediato sentimento de paz e bem-estar, de pertença.

Nem todas as pessoas encontram a sua alma gémea. Muitas vezes as almas têm de viver várias encarnações e evoluir espiritualmente até que possam chegar a esse encontro. Ao longo das nossas vidas vamos vivendo relacionamentos com outras pessoas, com quem criamos ligações kármicas. Quando vivemos um relacionamento com uma alma em vidas repetidas desenvolvemos com ela uma relação de companheiros de alma.

Companheiros de Alma e Almas Irmãs
Os nossos Companheiros de Alma são pessoas com almas muito semelhantes à nossa, que nos compreendem e aceitam, que têm o propósito de nos facilitar a nossa caminhada. Ao contrário da Alma Gémea, os Companheiros de Alma raramente nos apresentam desafios, surgindo muitas vezes num momento importante, em que vêm ajudar-nos a superar os desafios que se nos apresentam. Muitas vezes os Companheiros de Alma reencarnam na figura de nossos pais, mães, irmãos ou amigos próximos, outras vezes acabamos por ter um relacionamento amoroso com eles. Quando não existe qualquer atração sexual com essa pessoa dizemos tratarem-se de Almas Irmãs. Em qualquer das situações, são pessoas com quem sentimos uma maravilhosa afinidade, tratando-se de alguém que nos compreende sem precisarmos de nos justificar e que nos ajuda sempre nas demandas da nossa vida. Os Companheiros de Alma e as Almas Irmãs ajudam-nos a alcançar a maturidade emocional, permitindo-nos aprender a amar com segurança.

E se eu não encontrar a minha Alma Gémea?
O encontro de Almas Gémeas é algo incomparavelmente intenso e poderoso, e por essa razão só acontece quando ambas estão preparadas para ele. Mesmo que, nesta vida, não encontre a sua Alma Gémea, procure encontrar a alma certa para si – aquela que é a sua companheira para o momento da sua evolução espiritual que está a viver, a que vai ajudá-la a chegar ao próximo nível.

Terei encontrado a minha alma gémea?
Se na sua relação encontrar todos, ou quase todos, os sinais a seguir descritos, parabéns! Encontrou a sua Alma Gémea!

1 – O vosso primeiro encontro está ligado a um acaso estranho, uma misteriosa coincidência. Também pode suceder que já estivessem para se ter encontrado antes, mas por qualquer estranha razão houve um adiamento desse encontro.
2 – Existe uma inexplicável sincronicidade de datas e lugares nas vossas vidas. Geralmente as Almas Gémeas vêem de partes distintas e não crescem juntas, para que possam trazer bagagens diferentes e aprender uma com a outra, mas há, ao longo das suas vida, misteriosas coincidências, como terem estado no mesmo dia no mesmo aeroporto noutra parte do Mundo, por exemplo.
3 – Quando encontrou esta pessoa sentiu-se imediatamente atraída para ela, sentindo, na sua presença, uma inexplicável sensação de paz e conforto. O encontro com a Alma Gémea caracteriza-se por uma certeza inexplicável. Quando a encontra, você sabe, no mais íntimo do seu ser, que a encontrou.
4 – Conhecem-se e compreendem-se um ao outro sem serem necessárias palavras, e foi assim desde o início da relação. Uma das características das Almas Gémeas é que são como livros abertos uma para a outra. Acontece, muitas vezes, um concluir as frases do outro, ou adivinhar espontaneamente aquilo que o outro está a pensar. Uma Alma Gémea sabe, instintivamente, aquilo de que a outra precisa. Sabe abraçar o outro no momento em que ele precisa, sem que este tenha de lho pedir.
5 – A outra pessoa encarna muitas características que você nunca imaginou que um parceiro seu pudesse ter, e vice-versa. Ainda assim, aceitam-se um ao outro e amam até mesmo os defeitos do outro. Dá por si a pensar em coisas como "nunca me imaginei a amar um homem assim!" ou "nunca aceitei isto (por exemplo, ser desarrumado, não ser pontual, etc. ) noutros companheiros, mas com ele parece tudo natural!".
6 – A química entre ambos é algo que nunca sentiu antes, transcendendo quase o plano físico. Para além do ato de fazer amor, o simples gesto de tocar a mão da sua Alma Gémea provoca uma poderosa descarga elétrica em ambos, pondo todas as suas terminações nervosas em turbilhão. Esta sensação, que é frequente nos primeiros tempos de paixão, nunca desaparece nem mesmo com a passagem dos anos quando se trata de Almas Gémeas.
7 – Sente-se inexplicavelmente bem com aquela pessoa, desde o primeiro momento. As Almas Gémeas despem-se completamente quando estão juntas, deixando de sentir a necessidade de se protegerem que caracteriza o início de outros relacionamentos. O medo de ficar vulnerável, exposto, deixa pura e simplesmente de existir.
8 – O vosso relacionamento representa um desafio. Sentem, muitas vezes, que são "vocês os dois contra o mundo". É frequente que um, ou ambos os parceiros, estejam envolvidos noutros relacionamentos aquando do encontro. A família apresenta, muita vezes, um entrave à relação. É também frequente que os amigos recebam esta relação com estranheza, dizendo coisas como "Estás mudada!", "Não és a mesma pessoa desde que estás com ele!" (Atenção, não confunda um relacionamento tóxico ou perigoso, também muitas vezes contrariado pelos amigos e família, com o encontro com a Alma Gémea. Neste último caso, mudamos para melhor e, acima de tudo, sentimo-nos sempre seguros, protegidos, bem.)
9 – A sua Alma Gémea representa um desafio para si. Por ser a pessoa que tem para nos ensinar as lições mais importantes, é alguém que no início nos pode irritar, fazer sair da nossa zona de conforto, confrontar-nos com a verdade da nossa alma que escondemos até de nós próprios. O seu propósito é, sempre, fazer-nos crescer, evoluir, aprender a amar.
10 – Têm a mesma opinião sobre os princípios básicos da vida. Por mais diferentes que sejam, estão de acordo no que diz respeito a princípios, possuem os mesmo valores e vêem o mundo da mesma forma.
11 – Sabe que não vai perdê-lo. Muitas vezes há separações entre Almas Gémeas, mas o Destino parece misteriosamente fazer sempre com que se voltem a reencontrar e a reunir.

Quando duas Almas Gémeas se encontram, elas sabem que não podem ser separadas, independentemente daquilo que aconteça. Por isso, sentem uma profunda sensação de pertença e não sentem medo de perder o outro, porque no mais íntimo do seu ser sabem que sempre foram, são e serão, apenas um só.

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Espadas de Cruz das Almas marcam presença na abertura da Olimpíada


Símbolo da tradição do São João da Bahia, as espadas da cidade de Cruz das Almas, no recôncavo baiano foram homenageadas na abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, nesta sexta-feira (5). Os fogos de artifícios feitos de pólvora, barro, bambu e cordão de sisal representaram a cultura popular do Brasil. A tradicional “Guerra das Espadas” é um espetáculo de luzes, cores e coragem apresentado em algumas ruas de Cruz das Almas. 

A uma legião de guerreiros, mais conhecidos como espadeiros, usam roupas e proteções especiais, como uma espécie de armadura, para soltar espadas e brincar com elas. Em 2011 uma decisão judicial teria proibido a tradicional Guerra de Espadas na cidade. Embora seja tradição a fabricação e queima das Espadas é considerado ilegal pela Justiça. Fonte: Bocão News.
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12 sinais de que você está criando seu filho para ser escravo

Você parou para observar o que está passando na televisão quando o seu filho a está assistindo? Ou já parou para refletir nos motivos que levaram um novo shopping a ser erguido perto da sua casa? Ou mesmo já se questionou sobre a real razão para a pré-escola dizer que está preparando o seu filho para o mercado de trabalho?
Não é novidade para ninguém que a organização da sociedade possui o formato de uma pirâmide onde os que estão na base sustentam aqueles que estão no topo. Enquanto no topo existem poucos lugares, na base existem muitos para serem ocupados, sendo natural que quem esteja em cima queira manter aqueles que estão em baixo onde estão para não perderem suas posições no topo.
Não é uma questão de maldade, mas de pura física onde dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, manifestando a lei da escassez que rege a vida da maioria das pessoas, seja aquelas que estão no topo ou na base.
Apesar de nascermos livres, durante a construção da nossa personalidade (da infância a fase adulta) vamos nos identificando progressivamente com essa lei e ficando cada vez mais “parados” conforme ela se torna a realidade do nosso modo de agir.
Não importa se nossa origem é uma família com muito ou pouco dinheiro. O que define se uma pessoa é escrava ou não é a maneira como ela lida com o mundo: se obedecendo a lei da escassez ou a lei da abundância.
Obedecendo a lei da escassez, nós temos medo e culpa. Medo do desconhecido (futuro, relações ou oportunidades) e culpa pelo passado (o que não foi feito, o que deu errado ou o que fizeram conosco). Agimos como vítimas e sempre estamos sofrendo por algo. Por isso precisamos atacar. Quem está em cima ataca quem está embaixo e quem está embaixo ataca quem está em cima.
Mas o que importa para o desenvolvimento pleno do ser humano e da humanidade não é que nossos filhos escalem a pirâmide social, se tornem pessoas ricas habitando o topo da pirâmide e mantenham as pessoas que estão embaixo afastadas das suas posições. O importante é que eles se libertem dessa pirâmide e das “regras naturais” contidas na sua estrutura.
Qual opção lhe parece a mais adequada?
A) Quero que meu filho seja pobre e triste.
B) Quero que meu filho seja pobre e feliz.
C) Quero que meu filho seja rico e triste.
D) Quero que meu filho seja rico e feliz.
E) Quero que meu filho seja livre e, portanto, sempre feliz.
Com quatro filhos, me ocupo bastante do pensamento sobre a criação, educação e escolarização das crianças, pois percebo vários problemas ocorridos nestes três aspectos ao longo da minha formação. Tive que trabalhar bastante para conseguir me libertar de algumas crenças, medos e valores que não desejo que o filho de ninguém possua e que me motivaram a vir aqui trazer à tona abaixo, alguns sinais de que nós podemos estar transformando nossos filhos em escravos ao invés de pessoas livres.
12 sinais de que você está criando seu filho para ser escravo
1 – Você matriculou seu filho em uma escola que o prepara para o mercado de trabalho
Ou uma que vai do maternal ao vestibular. Não importa. Se o seu filho está matriculado em uma escola que o prepara para o mercado de trabalho, você está preparando o seu filho para o passado e não para o futuro, para o mundo que vai existir daqui a 20 anos quando ele sair da escola. Você está preparando seu filho para se encaixar no mundo e não para criar um mundo para ele.
“Só cria quem é livre”.
2 – Você leva seu filho no shopping para passear
Shopping não é para passear. Shopping é para comprar ou então se distrair para comprar ainda mais. O objetivo do shopping é vender mais e por isso é tão importante para seus proprietários agregar serviços como praças de alimentação e espaço para as crianças com brinquedos eletrônicos e pequenos parques dentro dos seus estabelecimentos. Quanto mais próximas dos shoppings as crianças estiverem, melhor retorno financeiro o shopping terá no longo prazo. O impacto deste mau hábito pode levar seu filho a sempre querer consumir para se manter feliz.
3 – Você permite que ele tenha mais coisas que o necessário
Presentes são as distrações do presente. Com milhares de roupas, tênis e brinquedos seu filho começa a perceber que fica feliz sempre que recebe alguma coisa nova e molda a sua cultura para isso. Desta forma, quando ele ficar triste novamente e não enxergar nada de novo à sua volta, acreditará que está com esse mau humor porque não tem nada novo para se distrair. Desde cedo eduque seu filho a compreender que ele não depende de coisas para ser mais feliz. No dia que seu filho fracassar e não tiver coisa alguma, se sentirá ainda mais infeliz por não tê-las e levará ainda mais tempo para retomar seu rumo.
4 – Você acredita que ajuda seu filho quando executa tarefas simples pra ele
Dar comida na boca, amarrar o sapato, abotoar a camisa, dar banho, entre outras tarefas simples são coisas que os pais estão fazendo por mais tempo pelos seus filhos. Quando eles crescerem e estiverem adultos o mundo cobrará deles independência e disposição para realizar tarefas fora de suas zonas de conforto se eles quiserem se libertar. Tendo sido criado em uma redoma seu filho terá que lutar ainda mais para conquistar as coisas que deseja.
“Só um homem livre consegue moldar o mundo com suas próprias mãos” .
5 – Você ensina seu filho a valorizar as coisas pelas marcas que elas carregam
Não basta comprar um caderno, precisa ser um caderno de uma determinada marca ou com um determinado motivo daquele desenho animado ou daquele filme que ele tanto adora. Não seja tolo. Você está agindo justamente da forma que o dono da marca daquele filme quer que você aja. Que tal explicar para o seu filho que o caderno sem marca nenhuma tem a mesma utilidade que o caderno com marca e que ele pode ser até melhor em qualidade que o outro. Ensine-o a valorizar as coisas pelo real valor delas e não pela marca que a coisa carrega. O significado de sucesso não é medido pela capacidade de adquirir acessórios das marcas mais caras como se fossem badges da vida real.
“Só alguém livre consegue enxergar o seu próprio valor e o valor das coisas que o cercam”.
6 – Você não ensina seu filho a receber doações
Conheço pais que não admitem que seus filhos recebam uma peça de roupa ou um tênis de uma outra criança só porque aquilo que era recebido já tinha sido usado. Não existe coisa mais digna e natural do que aprender a receber. Isso, inclusive é até mais importante que aprender a dar porque para receber você precisa ser humilde e nobre. Ensine-o a receber doações e ele se tornará livre por acreditar que o mundo dá as coisas para ele ao invés de visualizar um mundo cheio de perigos e apuros onde todos só pensam em tirar-lhe as coisas.
“Só alguém livre é capaz de receber com a mesma gratidão que doa”.
7 – Você faz da alimentação por frutas e legumes algo pontual
O natural para o ser humano é comer frutas, legumes e verduras, enquanto refrigerantes, doces e outras guloseimas não é natural. Estes últimos “alimentos” é que devem ser apresentados ao seu filho como um evento pontual. Não há problema comer doces, biscoitos e bolos uma vez ou outra se o hábito da criança for comer coisas saudáveis, mas fazer da alimentação saudável algo esporádico é transformar o próprio filho em colecionador de problemas de saúde no futuro.
“Um homem livre consome apenas aquilo que for o bastante e saudável”.
8 – Você o deixa ver televisão
Assista televisão com o seu filho durante uma hora e notará nas entrelinhas uma série de comerciais educando-o a permanecer escravo do sistema. Enquanto mulheres feministas brigam pelos seus direitos nas ruas, um comercial de um brinquedo infantil, treina meninas para o consumo vendendo uma caixa registradora que aceita cartão de crédito de brinquedo onde sua filha pode fazer compras à vontade na lojinha da amiga. Desligue a televisão e veja o seu filho libertar a imaginação com amigos imaginários, pistas de corrida feitas com caixas de papelão ou simplesmente cantando a esmo dentro de casa.
9 – Você não educa seu filho com uma medicina preventiva
Medicina preventiva é alimentação somada ao conhecimento do próprio corpo. Além de receberem alimentos ruins para o corpo, os pais não incentivam seus filhos a conhecerem suas dores e seus próprios males, curando toda e qualquer perturbação com algum medicamento invasivo que inibe o sintoma, mas não acaba com o problema. O autoconhecimento começa pelo conhecimento do nosso próprio corpo.
“Só é realmente livre quem se conhece profundamente” .
10 – Você incentiva que seu filho tenha ídolos
Ter ídolos nos escraviza tanto quanto ter algozes. Tendo ídolos, seu filho começa a competir com outras crianças para medir se aquilo que idolatra é melhor ou pior que aquilo que os outros idolatram, seja uma personalidade, um atleta, um time de futebol, um músico, etc. Ele coloca todas as suas expectativas naquela pessoa, saindo de si para querer se tornar o outro o que normalmente termina em uma grande frustração quando ele verifica que o outro possuía as mesmas idiossincrasias que ele.
11 – Você ensina as suas crenças para ele
Religião, trabalho, riqueza, modo de vida, enfim, você deposita no seu filho toda a sorte de crenças e medos cultivadas em você tirando a capacidade dele mesmo refletir sobre o que serve e o que não serve para ele. Você não ensina filosofia para ele e não o faz questionar e observar que talvez você e ele estejam errados a respeito das suas certezas. Que existem outras religiões diferentes da sua no mundo, assim como outros tipos de trabalho, outras formas de gerar riqueza e também outras maneiras de viver. Esclareça para o seu filho que a forma como você vive e a maneira como você pensa é a sua maneira, mas não a mais correta. Não ate-o a amarras que o deixem presos em qualquer área da vida. Leve-o a sua religião, ensine-o sobre ela, mostre a forma como você trabalha e a sua maneira de gerar riqueza. Traduza tudo isso e o seu modo de vida como apenas mais um modo de se viver, mas fortaleça-o para que ele faça a sua própria busca, deixando claro que irá lhe abraçar no caminho de volta pra casa.
12 – Você não coloca em prática o que ensina para ele
E o principal e mais violento sinal de que você está criando o seu filho para ser escravo acontece quando você demonstra para ele que não se esforça para se libertar colocando em prática aquilo que ensina para ele.
Você continua indo ao shopping para passear.
Você continua vendo televisão.
Você continua torcendo para o seu time do coração com fanatismo.
Você cultua marcas, nomes e famosos.
Você se coloca como vítima da vida…
Você pode ter errado em tudo, mas não pode se dar o direito de errar em não assumir os próprios erros para acertar. Temos que ensinar esta nobreza para os nossos filhos se quisermos que eles se libertem desta pirâmide social na qual a maior parte da sociedade está inserida para viver a sua própria vida da maneira que ele acredita ser a ideal.
Entendo que alguns sinais colocados aqui afetam estruturalmente as suas crenças, mas te convido a fazer um exame em cada uma delas para verificar porque elas realmente existem em você e como elas podem estar moldando a vida que você tem hoje. Se você está preso, liberte-se e leve seus filhos junto, pois se todos os pais fizerem isso, libertaremos o mundo.

Texto de Marcos M. S. Rezende via Insistimento