“Viver sem conhecer o passado é como viver no escuro”.
Avicii - Waiting For Love (Lyric Video)
Ver tradução em português:
http://www.vagalume.com.br/martin-garrix/waiting-for-love-feat-avicii-john-legend-traducao.html
ACREDITO NA BELEZA...
Não, não estou falando de barriga tanquinho nem de seios
turbinados. Também não estou falando de cabelos alisados e um look da moda.
Estou falando da beleza que vejo quando olha para mim sem medo de ser quem você
é.
Acredito na beleza. Na beleza
de uma frase inteligente. De um olhar curioso diante de um novo saber. De dizer
sim apenas para ver o outro sorrir.
Acredito na beleza das artes. Da filosofia. Do encontro. De uma
música triste num dia de chuva.
Acredito na beleza de uma criança descobrindo o mundo. De alguém
descobrindo a si mesmo. De um amante descobrindo o seu mais secreto e sagrado
nos braços do outro.
Acredito na beleza de uma comida devorada com prazer. De uma
risada inoportuna. Da quebra de um protocolo para ajudar o outro.
Acredito na beleza quando rema contra a maré, contra as
probabilidades, contra as possibilidades. Das confidências ao pé de ouvido. Na
beleza dos olhares de compaixão. Na tepidez da sua voz quando me confessa o
inconfessável.
Acredito na beleza de quando segura a minha mão só para mostrar
que estou segura. Que vejo quando olha para mim sem medo de ser quem você é. De
quando ousa acreditar mesmo sem motivos para isso.
Acredito na beleza dos ingênuos, dos utópicos, dos idealistas.
Daqueles que não tem tudo sob controle nem encaixam a vida em uma planilha. De
quem se admite desesperado e sozinho.
Acredito na beleza do gesto inusitado. Do amor despudorado. Da
entrega incondicional. De quando corre pela rua como se o mundo fosse um parque
de diversões.
Acredito na beleza quando decide recomeçar mesmo sem saber como.
De quando se perde dentro de você mesmo. De quando reencontra-se no outro. De
quando o imaterial é o nosso ouro.
Acredito na beleza da lucidez insana dos bêbados. Da poesia
transcendental dos artistas. Da coragem patética dos apaixonados. Da sanidade
dos loucos. Acredito na beleza do engano. Do improviso.
Acredito na beleza de tudo aquilo que fomos ensinados a não
acreditar. Na beleza de todo amor que fomos ensinados a negar. Acredito mesmo
que não compartilhe da minha crença, da minha ilusão. Acredito como respiro e
sorrio. Como te olho e vejo a mim mesma.
PUBLICADO EM RECORTES POR SÍLVIA MARQUES
Terra entra em nova fase de extinção
O relatório, liderado pelas universidades de Stanford, Princeton e Berkeley, informou que os vertebrados estavam desaparecendo à uma taxa 114 vezes maior do que o normal. Isto condiz com um relatório publicado pela Universidade Duke, no ano passado.
Um dos autores do novo estudo disse: “Estamos agora entrando na sexto evento de grande extinção em massa.”
O último evento similar a este ocorreu há 65 milhões de anos, quando os dinossauros foram aniquilados, provavelmente devido ao impacto de um grande meteoro com a Terra.
“Se isto for permitido de ocorrer, a vida demoraria muitos milhões de anos para se recuperar e nossa espécie provavelmente desapareceria bem cedo“, disse o autor chefe, Gerardo Ceballos.
Polinização por abelhas poderá desaparecer dentro de três gerações.
Os cientistas examinaram as taxas históricas de extinção para vertebrados (animais com ossos), através de uma avaliação dos registros de fósseis. Eles descobriram que a taxa de extinção atual era maior do que 100 vezes comparada com os períodos quando a Terra não estava passando por um evento de extinção em massa.
O relatório diz que, desde o ano de 1900, mais de 400 vertebrados desapareceram. Tal perda normalmente ocorreria por sobre um período de 10.000 anos, dizem os cientistas.
O estudo – publicado no periódico Science Advances – cita causas, tais como a mudança climática, a poluição e o desflorestamento.
Considerando-se o efeito nos ecossistemas que estão sendo destruídos, o relatório diz que os benefícios, tais como a polinização pelas abelhas, poderiam desaparecer dentro de três gerações humanas.
Paul Ehrlich, professor da Universidade Stanford, disse: “Há exemplos de espécies por todo o mundo que são essencialmente zumbis. Estamos cortando o galho no qual estamos sentados“.
A União Internacional para Conservação da Natureza (sigla em inglês IUCN) diz que pelo menos 50 animais ficam mais perto da extinção a cada ano. Por volta de 41% de todos os anfíbios e 25% dos mamíferos estão ameaçados de extinção, diz a instituição.
Em risco maior: Lêmures
De acordo com a IUCN, o lêmure estará lutando para evitar sua extinção na selva durante os anos que virão.
O grupo diz que 94% de todos os lêmures estão ameaçados, com mais de um quinto de todas as espécies classificadas como “ameaçadas criticamente”.
Os lêmures estão vendo seus habitats em Madagascar sendo destruído pelo corte ilegal de árvores, como também são regularmente caçados por sua carne, diz a IUCN.
No ano passado, um relatório por Stuart Pimm, um biólogo e perito em extinção da Universidade de Duke na Carolina do Norte, também alertou que a humanidade estava entrando num sexto evento de extinção em massa. Mas o relatório de Pimm declarou que a atual taxa de extinção era mais do que 1.000 vezes mais rápida do que no passado, e não 114 vezes como o novo relatório alega.
Os autores do novo relatório disseram que ainda é possível evitar uma “decadência dramática da biodiversidade“, através de uma conservação intensa, mas que uma ação rápida seria necessária.
Não esperem que os ETs venham nos salvar. Esta responsabilidade é toda nossa!
Fonte: www.bbc.com
Colaboração: Henrique C.O, Antônio Muniz Gomez
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes e o amor chuva de verão
Falar de amor não é coisa fácil, mesmo assim todos querem falar sobre o assunto. Todo escritor, em algum momento da vida, deparou-se com o desejo de expressar através das palavras sobre esse sentimento tão múltiplo e incerto. Todos querem inspiração para falar de amor, seja ele correspondido, não correspondido, virtual, casual, enfim; neste caso falaremos dos amores de carnaval, do amor fugaz, conhecido como "Chuva de Verão".
Para isso usaremos como base o verso "Eu vou te jogar num pano de guardar confetes", da música Chão de Giz, de Zé Ramalho. O verso é claro e quer dizer: Eu vou te esquecer para sempre, guardar suas lembranças, tirá-las de mim. Assim como o carnaval, a chuva de verão é passageira, é limitada, ocorre geralmente numa única estação e depois... vai embora.
Assim é o amor "Chuva de Verão", termo metafórico que define o amor de carnaval como algo momentâneo, leve, efêmero, bem como a chuva de verão. Bom seria se todos os amores resistissem ao carnaval e não entrassem no tempo de seca, como o período pós-chuvas, quando chega o outono, tempo gris.
Ah, é neste momento em que as lembranças são guardadas, até mesmo esquecidas. Na música do Zé, o tal pano de guardar retalhos nada mais é do que aqueles balaios de costureiras em que são colocados os retalhos de tecidos, que não serão usados mais. Assim é o amor de carnaval, quando a festa acaba, para quê continuar com a fantasia? É preciso tirar a máscara e voltar para a realidade. Bom seria se o amor permanece-se junto, mas e se... e se a realidade não permitir? Fica esquecido junto com o carnaval.
"Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval", já passou o momento, perdeu-se o encanto, foi-se o sexo, que também é considerado algo popular, assim como o carnaval. Rita Lee também diz que o sexo é imaginação, fantasia. Sexo é invasão: "Ó abre alas, deixa ele passar", é carnaval. E ainda completa dizendo: Sexo vem dos outros, e vai embora, amor vem de nós... e demora.
E vai embora... "No mais, estou indo embora": não adianta ficar, a fuga é o melhor caminho, é solução. Deixe guardado, deixe o amor ficar com a chuva de verão, guardado entre panos.
O FENÔMENO ARTISTA
A imagem do artista é praticamente indissociável da ideia do talento e do dom, bem como da idealização do gênio louco, do excêntrico. Esta associação, contudo, ajuda a esconder uma realidade muito mais profunda, na qual a arte é um ofício que requer treinamento e disciplina tanto quanto outro qualquer. Quebrar esta mística pode ser desanimador para quem gosta de fábulas fantásticas, mas nos aproxima do entendimento do fenômeno.
Se alguém me pedisse para responder sinceramente o que é arte sem recorrer a explicações teóricas, mas que falasse sem máscaras e de maneira espontânea, eu diria que a obra de arte é a ligação entre os sonhos das pessoas e a realidade. Sonho em um sentido mais amplo, não apenas os sonhos de quando dormirmos. O sonho conecta o concreto com os nossos diversos imaginários. Entretanto, nem todos conseguem representar artisticamente seus sonhos.
No livro Mozart, Sociologia de um Gênio, o sociólogo Norbert Elias faz questão de demonstrar como se forma uma persona artística provando que não há mágica alguma, há sim uma série de fatores sociais que se conjugam e dotam certos indivíduos da habilidade necessária para expressar-se artisticamente. Elias crê que o artista desenvolve a capacidade de sonhar na forma de sua arte. Ou seja, ele é capaz de representar na realidade de maneira sublime aquilo que vê e sente. Mozart, no caso, sonhava em notas musicais.
No senso comum, entretanto, a figura do artista é cercada de narrativas fantásticas. Chaves como dom e talento são utilizadas para explicar a capacidade de uma pessoa em sublimar a realidade a partir da arte. No imaginário popular o artista deve ser excêntrico, cheio de distúrbios psicológicos, problemas com substâncias e misterioso. Evidente que estes tipos existiram, o que ajudou a corroborar e a reproduzir a aura do gênio louco - que não é exclusividade da arte.
Mozart, por ter sido precoce, foi um dos que ajudou a consolidar o mito do dom. Aos cinco anos excursionava pela Europa fazendo apresentações nas cortes, demonstrando sua habilidade e fazendo truques para impressionar a plateia. O que muitas vezes essa história esconde é a rigidez com que seu pai, Leopold, conduzia os treinos do seu filho. Mozart nasceu em um ambiente musical. Seu pai foi músico e impunha ao garoto uma rígida rotina de ensaios desde os seus primeiros passos. O pequeno Mozart teve, desde de o início, a prática musical entranhada. Como todas as habilidades corpo-cognitivas que desenvolvemos, a música possui uma prática corporal própria, que envolve uma série de habilidades corporais específicas, as quais os músicos devem dominar completamente para serem exitosos. Foi num dos momentos mais importantes do desenvolvimento corporal que Mozart começou a treinar tais habilidades, o que fez com que, enquanto crescia, seu corpo já fosse assimilando movimentos específicos, tornando sua execução uma extensão natural da sua corporalidade. Um paralelo interessante que podemos usar pra entender isso é o do futebol. Por que o Brasil é historicamente o país com o maior número de grandes jogadores (apesar da crise atual)? Entre uma infinidade de fatores, está a precocidade com que nós somos iniciados no jogo de bola. Crianças pequenas já chutam bola antes de sequer falar. A probabilidade de uma pessoa que desde a infância aprende a usar seu corpo com aquele fim específico de despontar e desenvolver uma técnica acima da média é muito maior; daí a a produção seriada de jogadores no nosso país. Qual a diferença entre Mozart e Pelé? A área que cada um se disciplinou e dedicou para se aprimorar.
Mesmo em meios artísticos nos quais temos a impressão que a disciplina é menor, a realidade pode ser completamente diferente. Há relatos que dizem que gravar com Jimi Hendrix era extenuante, pois ele era um grande perfeccionista, gravava a mesma música dezenas de vezes (e esse é um cara que morreu de overdose de drogas). Stanley Kubrick deixava seus atores loucos por rodar a mesma cena diversas vezes até que estivesse de acordo com seus parâmetros. Dito isto, assim como qualquer outro ofício, estar em um patamar de reconhecimento na arte envolve uma série de fatores, dentre eles, o treinamento e a dedicação à prática. Isto significa que o artista não é fruto do destino ou do seu talento isolado. A capacidade de criar o sublime deve ser desenvolvida durante a vida e, aliada a condições sociais e políticas propícias, pode produzir artistas reconhecidos.
A narrativa que se forma sobre a arte ajuda a fortalecer o mito do artista. Tanto os iniciados nos círculos quanto os leigos, consumidores ou não, possuem uma impressão mistificante do fenômeno. É como se a arte estivesse descolada das demais esferas da vida social e se autorreproduzisse independentemente da ação da sociedade e dos indivíduos. O artista seria quase um intermediário entre esta força encantadora e a nossa realidade (por isto muitas vezes o artista e obra são, inclusive, separados, com a importância pendendo para o lado da segunda). Nada muito diferente dos mitos religiosos. Entretanto, tanto a dimensão religiosa quanto a artísticas podem e são explicadas por diversas ciências humanas e são compreensíveis a partir do momento em que passamos a considerá-las frutos da ação humana coletiva que os constrói e modifica e que o discurso e a percepção destas realidades são derivados destas mesmas ações. Apesar de colocar desta maneira, não é fácil retirarmos a aura desta entidade, já que ela nos toca diretamente nos sentimentos e podem criar rupturas tão grandes dentro de nós mesmos que destitui-la da sua transcendência é praticamente herético.
Desmistificar a arte é desmistificar o artista. Se a arte não é inacessível à compreensão, o artista não precisa ser aquele ser predestinado a fazer com que o sagrado encontre o profano, iluminando-o. Nos apegamos a esta ideia por que não queremos admitir que não há nada de especial no mundo, que não existem pessoas que conseguem romper a barreira da normalidade sendo algo maior que elas mesmas e nós. Sentimos uma necessidade extrema de admirar terceiros, bem como de projetar nossas expectativas de realidade nestas figuras. Mas a verdade é que para cada Keith Moon há dezenas de Charlie
PUBLICADO EM ARTES E IDEIAS POR ARTHUR ARANTES
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Homenagem a Cristiano Araújo. Que te traga Paz...
"O que temos pra hoje é saudade..."
Músicas:
- Cristiano Araujo - Cê Que Sabe
(Composição: Rafael / Pedro Netto/ Kaua)
Músicas:
- Cristiano Araujo - Cê Que Sabe
(Composição: Rafael / Pedro Netto/ Kaua)
- Black Eyed Peas - Where Is The Love?
(Composição: Jaime A. Dávila "Tame" Gómez / Justin Timberlake / Printz Board / Will Adams)
(Composição: Jaime A. Dávila "Tame" Gómez / Justin Timberlake / Printz Board / Will Adams)
Produtora: Ibelin Produtora
Gravação e Masterização: Estudio Sound Mix ( Paulo Sergio Alemão )
Gravação e Masterização: Estudio Sound Mix ( Paulo Sergio Alemão )
Voz: Anna e Saulo
Arranjos e Violão: Marco Aurélio
Sanfona: David Dias
Arranjos e Violão: Marco Aurélio
Sanfona: David Dias
Disponível também no
YouTube
https://youtu.be/iBerpcAG568
https://youtu.be/iBerpcAG568
Bom dia a todos os seres humanos, habitantes deste planeta azul.
Juntos, hoje em dia, somamos mais de 7 bilhões de pessoas ao redor do mundo. Imaginar isso, até nos dá um certo grau de segurança, estabilidade e confiança, desperta-nos um sentimento de pertencimento, como se sentíssemos que os espaços estão sempre sendo preenchidos e que ao mesmo tempo a solidão de existir é compartilhada com tantos outros indivíduos de nossa espécie. Ledo engano.
Mesmo compreendendo (ou buscando compreender) que fazemos parte de um mesmo clã, nesta grande aldeia global, há forças obscuras que nos impelem a desaproximação. Os espaços de convivência e relacionamento estão povoados por um senso de diferenciação. Ao homo sapiens não é bastante o fato de ser bicho homem, de pertencer a uma massa uníssona; carregar um único título – o de ser: ser humano – é pouco demais pra sua elevada capacidade “racionalista”. Eis que surgem os nomes, números, rótulos, cargos, cores, gêneros e o dinheiro como parâmetros qualificadores.
Assim, pertencer a um determinado grupo, reunir características físicas e seguir um tipo de doutrinamento, passa para os demais entes vivants uma ideia de importância.
Tolice! Não é preciso muito conhecimento para ver que essa maquete que montamos para nos mesmos, isso que chamamos de civilização, nada mais é do que um jogo de luzes, teatro, cena, ilusionismo. Que nos bastidores há controladores, que os poderes estão nas mãos de poucas pessoas e que os fios que movimentam as marionetes são parte de uma estrutura malévola. Então, não adianta se achar especial por atender aos requisitos desses padrões que estão estabelecidos por aí. Não há nada de especial neles. Foram forjados por anos e anos de dominação, joguetes políticos, corrupção, sujeira e sangue.
Dizer que não existem diferenças, que vivemos num mundo monocromático e que todos os seres humanos são genuinamente idênticos, seria não apenas uma ingenuidade, como também, uma mentira absurda. Porém, o ponto de vista sobre as diferenças é que dá o eixo do pensamento. Pois, é a partir do momento em que usamos essas diferenças como artifícios para depreciar, humilhar, segregar e subjugar o outro, é que corrompemos a beleza da diversidade e destruímos os laços universais que nos unem. Pondo em xeque os vínculos supremos que a natureza nos impôs.
O modus operandi das sociedades do capital, baseia-se nitidamente num pensamento reducionista e padronizador. O que provoca uma tentativa constante de silenciar algumas coletividades humanas que se afastam do paradigma hegemônico delineado, buscando reduzir as diversidades (simbólicas, religiosas, culturais) a um padrão único e narcisista.
Boa parte dos choques que vemos hoje em dia são decorrentes do confronto entre os polos opostos dessa disputa insensata, em que as minorias são obrigadas a resistir e lutar bravamente pelos seus espaços e direitos e os opressores se impõem cada vez mais, sempre com novas armas, instrumentos e ferramentas (a internet, inclusive, é uma das mais violentas e sanguinárias).
É uma verdadeira máquina de coisificar pessoas, as suas engrenagens trabalham dia e noite, com o propósito de transformar a natureza em produto, a comunidade em mercado e o outro em si mesmo. Um rito devorador, que carrega em seu jugo uma imensa trama de paradoxos e contradições.
E como se freia essa máquina?
Diminuindo-se os usos diários de adjetivos sujos, qualificadores depreciativos, olhares pejorativos, dedos ridicularizadores, piadinhas nefastas, socos em becos escuros, tiros gratuitos e principalmente tirando esse maldito espelho que temos na frente das nossas caras. Precisamos começar a enxergar os outros, nas suas individualidades, completos, inteiros, não parcelados ou embalados por um rótulo fabricado pela indústria dos preconceitos. Somos vermelhos, pretos, mulheres, amarelos, homens, índios, gays, meninos, pardos, brancos, castanhos, meninas, crespos, lisos, morenos, loiros, ondulados, ricos, gordos, altos, pobres, bonitos, magros, baixos, feios, mas, antes de qualquer coisa, bem antes de qualquer adjetivo, qualificativo ou pedaço: somos humanos (em nossa integralidade). É tudo gente, tudo povo, massa pronta, feita de água e carbono.
Nossa existência temporal representa só alguns minutos, diante de todo o tempo do planeta terra. Somos muita coisa. Poeira cósmica, por que não? O universo é muito maior que nossos umbigos. Então, por que perder tanto tempo com discriminação, com ódio, xingamentos e massacres?
Há tantas tragédias diárias acontecendo, a cada segundo alguém é morto ou vítima de algum tipo de violência e vilipendiosidade. Acho que um mínimo de reflexão nos faria repensar: “Será que eu também quero ser protagonista desse grande horror?”. Se a resposta for não, então, peço que sejamos humanizados, humanitários ou só humanos mesmo, já seria suficiente para pisar no freio do mal.
Um abraço, de um terráqueo, incrustado na litosfera da vida.
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A gente precisa de poesia dentro da gente. De alma perfumada e riso de criança. Ás vezes o córrego da vida precisa de sal, de algo que nos desperte por dentro e sirva como melodia de dias felizes, tempero de momentos vazios, açúcar de horas amargas, perfume de noites futuras...
O vídeo de hoje: "Para Sempre Alice" Lindíssimo... Recomendo aos visitantes desse blog que assistam!
Juilanne Moore, favorita ao Oscar de Melhor Atriz, interpreta uma renomada psicóloga, especialista em aquisição de linguagem, professora da Universidade de Harvard, que descobre aso 50 anos sofrer de Mal de Alzheimer de instalação precoce. Adaptado do romance de Lisa Genova “Para Sempre Alice” (Ediouro), o filme narra como Alice convive com a doença, com a perda das palavras tão caras a ela, da memória, e a família reage à notícia: o marido dedicado (Alec Baldwin) e seus três filhos adoráveis: Lydia (Kristen Stewart), Anna (Kate Bosworth) e Tom (Hunter Parrish).
Dirigido por: Richard Glatzer, Wash Westmoreland
Com: Julianne Moore, Alec Baldwin, Kristen Stewart, Kate Bosworth, Hunter Parrish
Gênero: Drama
Nacionalidade: EUA
Título original: Still Alice
Distribuidor: Diamond Films
Website: http://www.filmisnow.com
Facebook: http://on.fb.me/UFZaEu
Twitter: http://twitter.com/#!/filmisnow
O vídeo de hoje: "Tubi Tupy" - Lenine
Quando Lenine diz sobre: "Eu sou feito de restos de estrelas" Ele está provavelmente se referindo as teorias de Carl Sagan (astrônomo) E isto se confirma quando ele diz: "Eu sou feito do resto de estrelas Daquelas primeiras, depois da explosão" (Que neste caso, é o big bang) Carl Sagan dizia que somos feitos do restos de estrelas e pra fechar sem dúvida nenhuma ele diz: "E no Cosmos de onde eu vim" (Cosmos é o nome do livro/série de Carl Sagan). No refrão: O meu nome é Tupy (Tupi são tribos indígenas) Gaykuru (se refere aos Guaicurus, tribo indígena) Meu nome é Peri De Ceci (Peri e Ceci são personagens de "O Guarani", de José de Alencar) Eu sou neto de Caramuru (Caramuru foi um português que viveu com índios no Brasil, há um filme com o mesmo nome) Sou Galdino (indígena que foi queimado vivo), Juruna (Deputado Indígena) e Raoni (Ativista indigena, andou muito com Sting do The Police).
Feito por Leandro
“O meu nome é Tupi Guaykuru meu nome é Peri de Ceci eu sou neto de Caramuru sou Galdino, Juruna e Raoni”
Se você é brasileiro, acaba se identificando de alguma forma
com a música “Tubi Tupy”, de Lenine, onde a nossa “História” só existe por
causa das histórias de cada povo indígena que existiu e ainda existe no Brasil.
Estima-se que, na época da chegada dos europeus, eram mais de 1.000 povos
indígenas, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. Atualmente, no Brasil,
encontram-se pouco mais de 230 povos. E é neles que devemos focar as nossas
energias especialmente hoje, 9 de agosto, Dia Internacional dos Povos Indígenas.
Instituída pela ONU (Organizações das Nações Unidas),
através de um decreto estabelecido durante Assembleia Geral realizada em 1995,
a data surgiu para fortalecer grupos indígenas que, ignorados pela grande
maioria dos brasileiros, lutavam por melhores condições de vida e por direitos
humanos (direitos, estes, que ainda seguem em ameaça). Desde então, diversos
movimentos surgiram com objetivo de apoiar a luta, resgatar essa cultura e
ampliar as reflexões sobre os assuntos indígenas na atualidade.
Exemplo disso é o programa “Povos Indígenas no Brasil”, a
herança mais sólida que o ISA (Instituto Socioambiental) recebeu do CEDI
(Centro Ecumênico de Documentação e Informação). Esse material destaca
informações do início dos anos 70, auge da ditadura militar, quando o
lançamento do Plano de Integração Nacional pelo governo implicou a implantação
de projetos econômicos e estradas na Amazônia, assolando territórios de povos
indígenas ainda isolados da sociedade nacional. Naquela época, a situação dos
índios era desconhecida por parte da opinião pública, do Estado implementador
de políticas públicas e da própria antropologia, cujos especialistas dispunham
de informações desatualizadas, parciais e desiguais sobre um arco reduzido de
povos indígenas da Amazônia.
Foi nesse contexto que começou a se consolidar uma extensa
rede de colaboradores e voluntários, não só para “colocar os índios no mapa do
Brasil”, mas também para apoiá-los em seus projetos. São pesquisadores,
indigenistas, missionários, índios, médicos, jornalistas, fotógrafos, entre
outros, que seguem apoiando o ISA nas atividades para dar visibilidade aos
povos indígenas por meio de informações qualificadas.
Para conhecer e ter acesso a tantas histórias, informações e
análises de todos os povos indígenas que habitam o território nacional, visite
o site Povos
Indígenas no Brasil.
O vídeo de hoje: "A sinfonia da Vida" Lindíssimo!!
O vídeo do dia:“Chega”, nova música de Gabriel, o Pensador, fala sobre corrupção; ouça
Via Facebook, Gabriel, o Pensador, divulgou dia (15/03) o vídeo lyric da nova música “Chega”, legítimo rap de protesto. Na letra, o cantor não poupa a atual política brasileira, a polícia, a situação nos hospitais, a crise hídrica, entre outros problemas. Sem tomar partido, o recado do rapper é claro: Chega!
“Desde que eu nasci, incluindo o período da Ditadura, o povo brasileiro sempre foi sacaneado, roubado, enganado, reprimido e manipulado pelos donos do poder, em todas as esferas, independente dos seus partidos, que enfrentam-se nas eleições e depois se entendem, se protegem e se unem para nos foder”, publicou o rapper em sua conta na rede social.
Gabriel sempre procurou manifestar os descontentamentos do povo brasileiro em suas letras. Um de seus principais raps “Tô Feliz (Matei o Presidente)” marcou um dos períodos mais importantes da história democrática brasileira, quando o ex-presidente Fernando Collor de Mello teve seu cargo cassado em 1992. Não à toa, Gabriel escolheu lançar a música num domingo dia (15/3), quando milhares de pessoas foram às ruas de diferentes pontos do país protestar contra a corrupção brasileira.
http://www.billboard.com.br/noticias/chega-nova-musica-de-gabriel-o-pensador-fala-sobre-corrupcao-ouca/ (editado)
A música para esse fim de semana: "All of Me"- a revelação da cover Luciana Zogbi...escolheu bem a música que exige bastante da voz,
Nota musical é o nome
que damos a um elemento sonoro formado por uma vibração no ar. Uma nota musical
pode ser definida por claves e ser mais grave ou aguda. Fisicamente o som de
uma nota musical é uma onda que se propaga pelo ar com determinada freqüência.
O ser humano capta essa freqüência e a ela dá o nome de som. A combinação das
notas musicais pode definir uma harmonia, melodia. Isso é uma arte conhecida
como música.
As notas musicais básicas são chamadas de dó, ré, mi, fá, sol, lá e si.
Sua origem é da música coral medieval. O responsável pela nomenclatura das
notas foi o monge italiano chamado Guido d’Arezzo. Elas foram tiradas de um
texto do hino a São João Batista. Eis o texto: Ut queant laxis,Resonare
fibris,Mira gestorum,Famuli tuorum,Solve polluti,Labii reatu. Perceba que a
primeira sílaba das primeiras palavras corresponde a uma das notas musicais
(menos o Ut). Posteriormento o termo seria trocado por dó por sugestão do
músico italiano Giovanni Battista Doni.
Nas línguas anglo-saxônicas a nomenclatura para as notas musicais é feita por
letras. A é igual lá, B é igual a si, C é igual a
dó, E é igual a mi, F é igual a fá e G é igual a
sol. Os países da língua inglesa ainda utilizam alguns sinais para simbolizar
bemol e sustenido.
Leia Mais no SitedeCuriosidades.com: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/a-origem-das-notas-musicais.html
O vídeo de hoje: "Miracles" Coldplay
COLDPLAY LANÇA VÍDEO PARA "MIRACLES"
Faixa faz parte da trilha sonora do filme "Invencível", dirigido por Angelina Jolie
Por Nik Silva, 23/12/2014 às 11:38
No começo do mês, Coldplay apresentou a faixa Miracles, que fará parte da trilha sonora do filmeInvencível, dirigido por Angelina Jolie. Nesta semana, o grupo apresentou um belo lyric video para a canção.
O longa tem estreia prevista para 15 de janeiro nos cinemas brasileiros.
O vídeo de hoje: "Rude" MAGIC!
MAGIC!,
grande revelação do reggae atual
Obviamente vocês não os conhecem, mas
cá estamos nós para apresentá-los. A MAGIC! é uma banda canadense de reggae com muitas influências pop que
vem fazendo sucesso em território australiano e americano. A banda ainda é
novata no cenário, mas desde o seu lançamento já colhe bons frutos por seu até
então único single e colaborações.
O intuito do Conhecem? é de apresentar artistas que
chamam atenção do cenário atual para seus trabalhos, é o caso da MAGIC! com o
single Rude. Uma faixa que de longe se encaixa
aos clichês do gênero atualmente, quando só se fala em drogas, crime e
mulheres. Rude se trata de uma música romântica,
simples, nenhuma genialidade, entretanto, tem o ritmo de sua sonoridade a seu
favor. É inevitável não achar essa uma banda com um som maravilhoso. A banda com pouquíssima notoriedade
já tem uma parceria com ninguém menos que Shakira, presente em seu novo disco Shakira., lançado há poucas semanas. A
música, Cut
Me Deep, é um dos
destaques do disco, já que se trata do que a banda faz de melhor: reggae. Vale a pena escutar.
Até o momento não há
previsão de novos singles, logo o primeiro disco da banda, mas não deve demorar. A banda ainda tem uma faixa presente no disco oficial da Copa do Mundo
http://play-listen.blogspot.com.br/2014/04/conhecem-magic-grande-revelacao-do.html
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